Minha parte favorita do documentário é quando o neurocientista, bem no finalzinho, diz:

 

“Suponhamos que eu trouxesse um porco e dissesse:

– Esse porco consegue falar!

Você diria:

– É mesmo?

Balanço a vara de condão e ele fala.

O que você faria?

Você não diria:

– É um caso a parte. Mostre-me outro porco falante.

Você diria:

– Meu Deus! O porco fala!

Ainda assim, alguns colegas meus reagem dizendo:

– Mostre-me outro porco falante.

Membro Fantasma

 

[NEUROAPRENDIZAGEM] A reconstrução do cérebro (Membro Fantasma)
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