Neurociência na sala de aula

Pesquisas que envolvem educação e o estudo do sistema nervoso vêm beneficiando cada vez mais docentes e estudantes. Confira por quê:

– Se a anatomia do cérebro é similar para todos os seres humanos, a forma como cada um de nós aprende não segue a mesma regra. É possível aplicar diferentes ferramentas de ensino de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Tempo na medida certa: segundo o resultado de alguns estudos, alunos aprendem de forma mais eficiente com aulas espaçadas em diversos horários e não concentradas num único bloco. A reclamação de que após o período de férias a maior parte do conteúdo foi esquecida, também é verdadeira. Quem exercita e desafia o cérebro constantemente tem uma maior variedade de ligações e conexões neurais.

– Estudos sobre os problemas de aprendizagem vêm auxiliando um número cada vez maior de pessoas a superar suas dificuldades.

– A partir de experiências agradáveis, nosso corpo libera a dopamina, neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e motivação.   Ao fazer da aula um momento divertido, os alunos se lembrarão dos conteúdos com mais facilidade. Judy Willis, neurologista americana, constatou que estudantes que realizam tarefas em grupo também aumentam a taxa de dopamina e ainda reduzem a ansiedade.

– A Neuroeducação combina a neurociência, a educação e a psicologia, com o objetivo de elaborar melhores métodos e estratégias de ensino e aprendizagem.

 

Com base em: Como a neurociência está invadindo as salas de aula – Universia Brasil

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