07/10/2012

Inês Cozzo – palestrante e consultora internacional

Neurobusiness: conceito que une lucratividade e qualidade de vida

Nunca se falou tanto sobre a importância do capital humano nas organizações. Incentivar esses talentos internos para que tenham “a boa ideia que vale ouro” – aquela que de fato fará a diferença dentro de um mercado competitivo – tornou-se estratégico. Por essa razão, o ser humano passou a ser o foco do processo. Essa relação entre negócio e mente é denominada NeuroBusiness, termo cunhado pela consultora, palestrante internacional e especialista em NeuroBusiness e processos de Neuroaprendizagem, Inês Cozzo Olivares. “Trata-se de um marco que cunhei nos anos 90 para definir a abrangência do que faço em todas e quaisquer áreas, desde que a questão seja comportamento humano e resultado para o negócio”, explica.

Nas corporações, potencializar e estimular o capital humano passou a ser fundamental. É desta forma que a equipe se tornará segura para romper com velhos paradigmas, para usar todo o potencial criativo em busca de novas soluções, para antigos problemas. “Tudo o que envolve esse comportamento é chamado de competência. Característica que as organizações necessitam para aumentar a produtividade que vai resultar, no final, em rentabilidade e a lucratividade”, destaca a palestrante.

Inês explica que o NeuroBusiness permite uma relação de ganha-ganha porque além de ajudar a aumentar o marketing share e a lucratividade de uma empresa, permite que seus funcionários ganhem em autoconhecimento, confiança, autoestima. “A pessoa ganha desenvolvimento, a empresa ganha lucratividade. Porque o método que uso não se limita a produtividade. Principalmente porque a lucratividade não tem só a produtividade como implemento interventor, ela tem outras coisas. Por exemplo: se a empresa tem uma cultura que não favorece a lucratividade, não adianta aumentar a produtividade, porque ela não vai vender mais e melhor”, ressalta.

A palestrante internacional explica que é comum as pessoas, em uma corporação, confundirem competição com competitividade. Esse engano pode ser fatal. Muitos acreditam que é a mesma coisa só que de dita de forma diferente. “Competitividade é consequência de um conjunto de comportamentos dentro de uma organização que faz com que ela seja melhor vista, aceita e, portanto, consumida pelo seu mercado. Para que essa competitividade exista, internamente, precisa que exista cooperação, porém o que se potencializa é a competição interna. As pessoas começam a se ver como adversários – para que eu ganhe, você precisa perder. Afinal, só um pode ganhar. Esse, é o principio da competição. Para ganhar, eu preciso dar o meu melhor, ou deixar a perna na frente para que o outro caia e quebre a cara”.

Parte do processo de NeuroBusiness é mostrar que essas empresas possuem um modelo mental estabelecido, mas que é possível mudar essa realidade. “Se o automatismo for competir, tenho que transformar em cooperar. Porque senão, a empresa não terá lucratividade”.

Após o término da palestra, ou de um curso, Inês realiza um pós-venda único no mercado. “Toda a experiência vivenciada no treinamento somada ao material apresentado é transformada em conteúdo e enviado via newsletter ao gestor ou ao RH, como o cliente prefira. Para que ele saiba como utilizar aquela nova informação e possa dar manutenção no resultado gerado com a palestra, faço um mini-curso com ele”, explica Inês. Através desse método, a empresa consegue gerar mais seis meses de resultado motivacional.

O objetivo da especialista Inês é fomentar para que essas pessoas possam ampliar a sua consciência; que elas pensem em coisas que nunca pensaram antes e que de fato façam a diferença. “Quero contar que existem atalhos que ajudam as pessoas a conquistarem o que elas sonham, sem levar tanto tempo e de forma muito mais prazerosa. Com as descobertas que foram feitas até o momento, e que ainda vêm sendo feitas pelas Neurociências, é possível somar o que existe hoje, com o que se tinha antes e conseguir algo muito melhor”, conclui.

Fonte: Office3

Autor: Inês Cozzo

Revisão e Edição: André Lacasi

 

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