No artigo abaixo, para ter uma ótica neurocientífica, substitua CONHECIMENTO por INFORMAÇÃO. Exceto quando a sugestão chega em redes sociais.

Pela ótica da Neurociênca, a Gestão do Conhecimento passa por 4 grandes etapas com termos que o mundo utiliza como sinonimos mas que não são:

1) Aquisição de dados

2) Informação

3) Conhecimento

4) Sabedoria (SABER)

A etapa AQUISIÇÃO DE DADOS requer uma exposição dos nossos sentidos ao que precisa ser assimilado (Conteúdo).

A etapa INFORMAÇÃO passa a existir quando somos capazes de repetir estes dados assimilados

A etapa CONHECIMENTO ocorre quando a informação ganha significado/significância para nós.

A etapa SABEDORIA acontece quando colocamos em PRÁTICA nosso discurso (INFORMAÇÃO + CONHECIMENTO)

(Clique na imagem para ampliar)

O acesso à etapa do SABER tem que passar pelo sistema nervoso motor: Saber e não fazer, ainda é não saber (provérbio Zen-Budista)

Como se pode perceber pelo descritivo de cada etapa e forma de acessar, o conhecimento é um fenômeno e, como tal, é absolutamente subjetivo e individual. Eu não posso transferir conhecimento porque só o outro pode dar significado à informação para torná-la conhecimento. O que posso transferir é informação e construir um ambiente (redes) onde o grupo possa ampliar sua consciência adquirindo conhecimento.

Conhecimento dentro das empresas

Davi Nakano, professor da Fundação Vanzolini, fala sobre  ferramentas e processos para organizar e compartilhar o conhecimento organizacional

“Muitas empresas têm dificuldades para organizar e compartilhar o conhecimento interno e as informações tendem a ficar concentradas apenas na cabeça de alguns colaboradores”, afirma Davi Nakano, professor do curso de capacitação Gestão Estratégica do Conhecimento, da Fundação Vanzolini.

Segundo Nakano, as empresas e os profissionais precisam entender e utilizar métodos e ferramentas para gestão da informação que aumentem sua competitividade em ambientes cada vez mais turbulentos. “Para isso, é preciso mapear, registrar, organizar e compartilhar o conhecimento organizacional de forma a utilizá-lo com eficiência e sustentabilidade”, destaca.

O professor observa que a gestão do conhecimento tem duas vertentes fundamentais: uma baseada no uso de ferramentas tecnológicas e outra que focaliza a gestão e a integração das pessoas no ambiente em que trabalham. “Com isso, muito do conhecimento gerado pelos colaboradores de uma empresa pode ser capturado, armazenado e disseminado, seja com o auxílio de ferramentas tecnológicas, como portais e intranets, ou por redes sociais”, explica.

Com uma estratégia baseada nessas duas vertentes, as empresas de diferentes portes terão facilidade para organizar e transmitir o conhecimento organizacional entre os funcionários e os futuros colaboradores.  “O país enfrenta escassez de trabalho qualificado, e as empresas necessitam de formas de treinamento e capacitação rápida. A gestão do conhecimento é uma das alternativas para solucionar esse problema”, aponta Nakano.

Não é de hoje que muitas empresas investem em ferramentas para administrar seu conhecimento. “Percebemos que algumas consultorias de médio e pequeno portes em TI já iniciam suas ações com enfoque nesta nova percepção de mercado. No setor industrial, este tipo de iniciativa ainda é muito lenta. Já as grandes empresas do varejo estão fortemente estruturadas com ações que fortalecem a gestão do conhecimento gerado no ambiente de trabalho, finaliza Nakano.

Fonte: Portal HSM
03/06/2011

[NEUROBUSINESS] Gestão do conhecimento
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