Por que Einstein teve dificuldade em aprender?

Muito bem, ele não conseguia aprender mas, certamente, não era por falta de inteligência. Que era, então? A resposta é: a maneira de ensinar é que estava errada.

O ensino era e é todo orientado para alunos que têm o hemisfério esquerdo do cérebro predominante. Einstein era tipicamente “de hemisfério direito”. Para essas pessoas, é preciso que não se deixe nenhum elo faltante entre o período da expressão só oral, em que predomina a imaginação, e o período de letramento (alfabetização), em que a pessoa vai aprender um novo código (a língua) em que vai conceber e expressar seus pensamentos.

Cada hemisfério cerebral tem suas funções específicas, funcionando como se tivéssemos duas mentes, embora o cérebro seja uno. A lateralidade cerebral foi comprovada experimentalmente por Roger Sperry, que, por isso, ganhou o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, em 1981.

Hoje em dia, as escolas mais avançadas no campo da educação procuram que seus alunos desenvolvam ambos hemisférios, o que, quando ocorre, gera o que chamamos de Superinteligência, conforme demonstrei em meu livro com esse mesmo nome.

A Cidade do Cérebro tem treinamentos específicos (subceptivos e cognitivos), dentro do PEDIC (Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade) para casos de dificuldades de aprendizado, problemas de memória e estimulação das funções cognitivas para aumento da inteligência e da criatividade.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

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