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Quanto sangue tem no cérebro?

Quanto sangue tem no cérebro?
Acordado ou dormindo, pensando ou sonhando, fazendo contas ou pulando amarelinha, nosso cérebro recebe sempre o mesmo fluxo de sangue: são cerca de 750 ml, ou uma garrafa de vinho cheia, passando por minuto.

Você se espanta com a quantidade? Pois cada gotinha é necessária. Primeiro, porque o cérebro, sozinho, consome 20% do oxigênio que usamos, e esse oxigênio chega através do sangue. É só fazer as contas para ver que bate direitinho: como são quase 5 litros de sangue no corpo todo, 750 ml são quase 20% do total. E segundo, trata-se de uma questão de “elegância” cerebral: ao contrário do resto do corpo, o cérebro não guarda energia em gordurinhas localizadas (embora as células da glia guardem depósitos de glicogênio, como faz o fígado, que pode ser disponibilizado para os neurônios). Na prática, no entanto, ainda se acredita que toda a glicose, ou açúcar, que o cérebro consome, precisa chegar “on-line”, quer dizer, no momento em que é necessária. E como é necessária o tempo todo…

Ou você se espanta da quantidade não mudar com o exercício físico, e nem mesmo com o esforço mental? Isso tudo parece muito esquisito, porque afinal se o cérebro trabalha “mais” para fazer uma conta, deve precisar de mais energia, portanto de mais glicose, portanto de mais sangue para trazer a glicose… e como é então que não muda? A resposta é que as regiões que se tornam mais ativas a cada instante recebem mais sangue, às custas das outras, que passam a receber menos sangue, de modo que fica tudo equilibrado.

Ainda bem. Afinal, imagina a dor-de-cabeça se o cérebro inchasse com mais sangue a cada conta difícil! (SHH)
Copyright © 2007, Suzana Herculano-Houzel. All rights reserved.

sangue tem no cérebro?

Acordado ou dormindo, pensando ou sonhando, fazendo contas ou pulando amarelinha, nosso cérebro recebe sempre o mesmo fluxo de sangue: são cerca de 750 ml, ou uma garrafa de vinho cheia, passando por minuto.

Você se espanta com a quantidade? Pois cada gotinha é necessária. Primeiro, porque o cérebro, sozinho, consome 20% do oxigênio que usamos, e esse oxigênio chega através do sangue. É só fazer as contas para ver que bate direitinho: como são quase 5 litros de sangue no corpo todo, 750 ml são quase 20% do total. E segundo, trata-se de uma questão de “elegância” cerebral: ao contrário do resto do corpo, o cérebro não guarda energia em gordurinhas localizadas (embora as células da glia guardem depósitos de glicogênio, como faz o fígado, que pode ser disponibilizado para os neurônios). Na prática, no entanto, ainda se acredita que toda a glicose, ou açúcar, que o cérebro consome, precisa chegar “on-line”, quer dizer, no momento em que é necessária. E como é necessária o tempo todo…

Ou você se espanta da quantidade não mudar com o exercício físico, e nem mesmo com o esforço mental? Isso tudo parece muito esquisito, porque afinal se o cérebro trabalha “mais” para fazer uma conta, deve precisar de mais energia, portanto de mais glicose, portanto de mais sangue para trazer a glicose… e como é então que não muda? A resposta é que as regiões que se tornam mais ativas a cada instante recebem mais sangue, às custas das outras, que passam a receber menos sangue, de modo que fica tudo equilibrado.

Ainda bem. Afinal, imagina a dor-de-cabeça se o cérebro inchasse com mais sangue a cada conta difícil! (SHH)

Quando pensar demais atrapalha

Quando pensar demais atrapalha

Decisões simples como essas de vestuário são resolvidas facilmente com um pouco de raciocínio e memória de trabalho, essa capacidade do cérebro de manter rodando para acesso imediato, como bolas de malabarismo no ar, umas três ou quatro informações: está calor? Há algum encontro importante previsto para o dia? Vou andar muito, ou será um dia à frente de um computador ou microscópio? Atenta a essas informações, uma consulta rápida aos ítens disponíveis no armário leva a uma decisão racional e, geralmente, acertada. Que pode ser descartada sumariamente à primeira olhada no espelho, claro, se aquela parte-do-cérebro-aprovadora-de-vestuário (tenho certeza que ela existe!) decidir que algo não está bem.

Após nova sessão de malabarismo para deliberar se saio de casa de táxi, ônibus ou no carro velho (um é caro, o outro é barato mas desconfortável, e o terceiro é inconstante, mas relativamente barato e tem ar-condicionado), chega a hora de colocar as habilidades malabarísticas do meu cérebro realmente à prova: vou comprar outro carro – mas qual? Novo ou usado? De qual marca? Qual cor? Por qual preço? Movido a álcool, gasolina, ou os dois? Motor 1.0, 1.2, 1.4, 1.6, 1.8 ou 2.0? Com ar-condicionado e direção hidráulica? Freios ABS? Farol de milha? Controle da janela na porta, ou no console? Luzes do painel azuis ou laranja? São dezenas de informações, meus olhos se embaçam e a memória de trabalho pede socorro: malabarista-mor das habilidades mentais, ela somente consegue lidar com até umas sete ou oito informações de cada vez. As demais escapam à atenção. Se eu tentar decidir racionalmente nessa hora, julgando conscientemente todas as combinações de todos os ítens de todos os carros disponíveis e minha conta bancária, a chance de a melhor combinação escapar à minha atenção e eu me tornar mais uma consumidora insatisfeita é muito grande.

Isso é o que atestou, em artigo publicado em fevereiro na prestigiada revista Science, um grupo de psicólogos experimentais da Universidade de Amsterdã, na Holanda. Para decisões que exigem a análise de poucos ítens – quatro, no seu experimento –, as chances de se escolher o melhor e ficar satisfeito com a escolha, após deliberação atenta, são bastante boas. Mas aumente para 12 o número de ítens a considerar, e não só será mero acaso você fazer a melhor escolha após muita deliberação atenta, como também suas chances de ficar contente com a escolha diminuem drasticamente.

Mas tudo muda se, antes de chegar a uma decisão, você for passear, pensar em outra coisa; talvez dormir, como recomendam os americanos (sleep on it!); ou resolver problemas de matemática, como os pesquisadores holandeses fizeram, para ter certeza de desviar da escolha a ser feita a atenção dos participantes do estudo. Se logo após a distração você for obrigado a fazer uma escolha complexa, dessas que envolvem a deliberação sobre mais ítens do que sua memória de trabalho consegue manter no ar, suas chances de fazer uma boa escolha e ficar contente com ela são muito maiores do que se você tivesse ficado repassando conscientemente todas as alternativas.

Soa quase irresponsável, é verdade, mas deixar o cérebro se virar sozinho, sem atenção, é bem diferente de tomar decisões impulsivas. A hipótese de deliberação-sem-atenção de Ap Dijksterhuis e Rick van Baaren explica por que este tipo de decisão funciona melhor quando a escolha é complexa: é tudo culpa da nossa capacidade limitada de atenção. Enquanto ela dá conta do número de informações a considerar, ótimo: decisões simples, como a escolha do café-da-manhã e da roupa do dia, ou de um xampu, CD ou sapato, como no estudo holandês, são ótimas quando tomadas conscientemente, com atenção aos ítens relevantes. Mas se tem mais areia do que o caminhãozinho cerebral da atenção dá conta, melhor deixar o cérebro resolver o assunto escondido da supervisão atencional.

A vantagem da deliberação-sem-atenção em situações complexas toca num ponto crucial: a diferença entre o consciente e o insconsciente. Há quem defenda que os dois são processos diferentes, talvez até independentes, e mesmo realizados por regiões diferentes do cérebro. Eu prefiro uma versão mais simples: processos conscientes são aquilo que os inconscientes se tornam ao receberem atenção. Alguns são rápidos demais para chegarem à atenção, como o processo de multiplicação por dez ou a leitura silábica: o resultado simplesmente “aparece” para o cérebro. Outros costumam permanecer inconscientes apenas porque são simples e familiares o suficiente para não exigir supervisão atenta enquanto são realizados: assim é possível passar marchas e pisar na embreagem na ordem certa enquanto se presta atenção na conversa com o carona. Outros, ainda, requerem trabalho investigativo para que se os alcance, por exemplo pela psicanálise, ou são francamente inacessáveis, fruto das primeiras interações do cérebro com o mundo, na infância, ou de processos cerebrais tão fundamentalmente fisiológicos, como as emoções mais simples, que ainda é difícil entendê-los.

O que importa é que, com ou sem atenção, se as informações foram codificadas – ou seja, se passaram atentamente pelos sentidos e entraram para o cérebro –, elas estão acessíveis para deliberação, seja esta agora consciente, foco de escrutínio atencioso baseado em alguns poucos critérios, ou não. A grande vantagem da deliberação-sem-atenção parece estar em contar com todas as habilidades lógicas do cérebro, não limitadas pela supervisão atencional. O resultado da deliberação-sem-atenção, assim, é uma respostanão apenas de um raciocínio sobre quatro ou cinco informações, mas de todo um cérebro com acesso a todas as informações disponíveis, novas e antigas, suas preferências inatas e aprendidas, e até mesmo aquela lista enorme de ítens sobre carros e contas bancárias.

Confortada pelos holandeses, decido então conscientemente algumas coisas simples, como limite de preço, número de portas, direção hidráulica e ar-condicionado, saio às lojas à caça de informações para alimentar meus processos deliberativos, e vou ao cinema com os amigos dedicar minha atenção limitada a outras coisas menos complexas enquanto meu cérebro delibera, livre de supervisão. Quando ele chegar a um veredito, eu saberei – porque a resposta à pergunta “E aí, qual carro você vai comprar?” sairá naturalmente, como que por mágica.

E então, quando chegar a hora de avaliar minha satisfação com a decisão tomada, meu cérebro provavelmente estará contente por ter sabido combinar meus desejos interiores, ou melhor, anteriores, com toda a miríade de carros disponíveis. E, em caso de necessidade, poderá até fazer o processo inverso: encontrar argumentos racionais para justificar, e ratificar, a decisão já tomada, e se convencer de que ela foi, de fato, acertada. Não tenho tudo o que amo, mas amo tudo o que tenho. Meu cérebro cuida disso.

Fonte: Editoria da Revista Neurociências Volume III Nº 1

Qual a potência do cérebro?

Qual a potência do cérebro?

Se você ainda não se convenceu de que o quilo e meio de matéria em sua cabeça é muito mais capaz e interessante do que a máquina à sua frente, pense no seguinte: você acorda, escolhe o que vestir, come, trabalha, resolve os problemas do mundo, imagina outros tantos, curte quem você gosta e ainda descobre várias curiosidades sobre o funcionamento do cérebro trabalhando a uma potência de apenas… 22 Watts, bem menos do que a lâmpada que ilumina sua sala.

O consumo de energia pode ser calculado para qualquer tipo de energia, elétrica ou química, como as calorias dos alimentos que o cérebro consome. Das mais ou menos duas mil quilocalorias que precisamos ingerir diariamente para manter o corpo funcionando, 450 kCal são consumidos pelo cérebro sozinho (já dá para ver que dietas de menos de 500 kCal por dia são perigosas).

Calorias e quilocalorias, ou mil calorias, são medidas de energia. O consumo de energia do cérebro por segundo se chama “potência”, que pode ser medida nos Watts que medem a potência de lâmpadas e fornos de microondas. Olhe só:

450 kCal por dia = 450.000 calorias/24 h =

= 450.000 calorias/ 24 h * 60 minutos * 60 segundos =

= 450.000 calorias / 86.400 segundos = 5,21 calorias/segundo

Acontece que 0,24 calorias/segundo correspondem a 1 Watt de potência.

1 Watt —– 0,24 cal/s

x Watt —– 5,21 cal/s -> x = 5,21/0,24 = 22 Watts

Ou seja: o cérebro tem 22 Watts de potência. Tanto quanto uma lâmpada incandescente fraquinha, que só ilumina e esquenta!

 

Para calcular o consumo de energia no final do mês como a Light faz, é só multiplicar a potência do aparelho pelo número de horas utilizadas. Como o cérebro funciona 24 horas por dia sem interrupção, a conta é simples:

22 Watts * 24 horas * 30 dias = 15.840 Watts.hora, ou 16 kWh (quilowatts.hora).

Para quem quer uma conta mais rápida, é só considerar que 1 kWh equivale a 860 kCal. Como em trinta dias o cérebro consome 13.500 kCal, esse total dividido por 860 dá os quase 16 kWh da conta anterior.

Ao preço de R$ 0,50 por kWh, manter seu cérebro funcionando com eletricidade adquirida do governo custaria módicos R$ 8,00 ao mês.

Agora me diga: qual computador consegue funcionar sem interrupção por oito reais ao mês – e ainda ter caprichos, desejos e paixões? Hmmm? (SHH)

Projeto genoma internacional lançado

Projeto genoma internacional lançado

O ‘Projeto Mil Genomas’ irá criar um mapa de variação genética humana altamente detalhado e é o maior projeto do tipo anunciado até hoje.

“Esse é um ponto decisivo histórico em Genômica,” disse Yang Huanming, diretor do Instituto Genômico de Pequim, cuja filial de Shenzen é um dos três institutos que estão lançando o projeto. Os outros dois são o Instituto Wellcome Trust Sanger em Cambridge, na Inglaterra; e o Instituto Nacional de Pesquisa de Genoma Humano em Bethesda, Maryland.

Espera-se que o projeto custe apenas de 30 a 50 milhões de dólares – uma fração do que custaria se eles usassem as tecnologias ‘mais antigas’ como as usadas no Projeto Genoma Humano. Em vez disso, a iniciativa irá usar tecnologias de seqüenciamento de ‘próxima geração’, embora ainda estejam sendo testadas.

“Projetos como esse impulsionam o desenvolvimento tecnológico,” diz David Altshuler, um geneticista do Hospital Geral Massachusetts em Boston.

Os líderes do projeto ainda não decidiriam qual será a profundidade da cobertura do genoma – isto é, quantas repetições eles irão executar para cada cromossomo.

Todos os participantes na primeira fase do projeto serão retirados do Projeto Internacional HapMap, um grande estudo sobre diversidade genética, embora mais pessoas possam ser recrutadas mais tarde. HapMap tem orientado cientistas para centenas de ‘polimorfismos de base única’, ou SNPs — lugares onde os códigos genéticos das pessoas diferem em uma única base de DNA — nas regiões genéticas associadas a doenças. Mas essas associações explicam somente uma pequena parte dos riscos de uma pessoa de adquirir uma doença em particular. E os cientistas devem realizar estudos de acompanhamento grandes e caros para caçar as causas específicas de surgimento de doenças nessas regiões genéticas.

O novo projeto tem o objetivo tanto de orientar os cientistas para as regiões mais associadas a doenças, quanto de apressar muito da pesquisa de acompanhamento cara. Seqüenciar mil indivíduos irá permitir aos cientistas olhar para mais tipos de variação – mais notavelmente, variações estruturais, nas quais longas seqüências de DNA são duplicadas, apagadas ou rearranjadas em diferentes indivíduos. E isso irá capturar variantes mais raras do que o HapMap, que tinha o objetivo de catalogar SNPs presentes em dez por cento da população humana.

“Isso nos dará um catálogo muito mais completo da variação genética, e terá um impacto profundo em nossa capacidade de entender os fatores de risco subjacentes à doença,” diz Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa de Genoma Humano.

No entanto alguns cientistas questionam o quão exatos serão os genomas terminados, dado o tempo curto do projeto e o baixo orçamento. Outros dizem que o projeto deveria ter incluído alguma informação sobre os fenótipos dos participantes – tal como os registros médicos ou dados básicos como altura e peso. “É curioso que os estudos de associação-doença não explorem muito o seqüenciamento – e os estudos de seqüenciamento não usem os dados da doença. Seria útil ouvir uma explicação clara do motivo pelo qual, depois de 17 anos e bilhões de dólares, esses estudos ainda não estão coordenados,” disse George Church, que está liderando um empreendimento chamado Projeto Genoma pessoal de seu laboratório na Universidade de Harvard em Cambridge, Massachusetts. O projeto de Church consiste em coletar e liberar dados genéticos e fenotípicos de dez indivíduos, incluindo o próprio Church.

Mas os líderes do Projeto Mil Genomas dizem que o que estão empreendendo não é grande o suficiente para dar respostas definitivas sobre as raízes genéticas das características. Eles também dizem que coletar informações fenotípicas poderia influenciar seu estudo e levantar questões difíceis, por exemplo, como proteger as identidades dos participantes e mesmo assim liberar dados relevantes. O projeto não irá coletar ou liberar qualquer informação sobre seus participantes, além de sua etnia e seqüência genômica.

“Nenhum estudo único com mil pessoas irá conter indivíduos suficientes com quaisquer condições de dar a você qualquer poder para dizer se os genótipos ou fenótipos estão correlacionados,” Collins diz. “É melhor que tal trabalho seja deixado para estudos posteriores.”

http://www.nature.com/news/2008/080122/full/451378b.html
Publicado on-line em 22 de janeiro de 2008 Nature 451, 378-379 (2008) doi:10.1038/451378b


Postado por Nan no TRADUZINDO em 1/23/2008 03:05:00 PM

Por que sentimos sono após as refeições?

Por que sentimos sono após as refeições?

Também podemos sentir sono depois de comer muito. Isso porque a informação de saciedade que é levada ao cérebro nos faz perder o estado de alerta.

Um terceiro motivo é que o organismo passa por ritmos biológicos que variam durante o dia (Cronobiologia). No meio do dia (ou hora do almoço) temos um declínio desses ritmos (Ciclos Circadianos).

A dica para não ter tanta vontade de dormir é diminuir o consumo de alimentos que promovam elevada concentração de glicose no sangue (como doces, geléias e mel) e dar preferência a alimentos de baixo índice glicêmico (pães integrais, arroz, feijão e lentilha). Horários do Corpo Humano

DESPERTAR
das 7hs às 8hs
Quem gosta de acordar tarde já começa o dia em desvantagem.
À partir das 6h, o corpo produz um hormônio que faz
acordar, o cortisol.
Entre 7h e 8h, a taxa de cortisol no corpo atinge a
concentração máxima.
Essa faixa de horário é ideal para acordar com
facilidade e com o pé direito. ATENÇÃO: Voltar a dormir é um erro; por volta das 9h o corpo
começa a produzir endorfinas (analgésicos naturais)
que encorajam um sono pesado do qual será difícil
sair sem dor de cabeça ou mau-humor.
PRAZER
das 9hs às 10hs
A hora certa para as folias amorosas, já que a
taxa de serotonina
(neuro-transmissor ligado ao prazer) está em seu
apogeu. O prazer experimentado só será aumentado.
Por outro lado, também é a hora
de marcar uma consulta ao dentista: as endorfinas,
que também estão
em alta nesse horário, funcionam como anestésicos
naturais.
TRABALHO
das 10hs às 12hs
O estado de vigilância atinge o seu pico e a
memória de curto prazo
(que guarda coisas como um número de telefone que
olha na lista, é
retido por alguns segundos e esquecido na
seqüência) está mais ativa.
Depois que as endorfinas presentes entre 9hs e 10hs
desaparecem, o organismo atinge a sua velocidade
ideal. É o momento certo para refletir, discutir
idéias e encontrar inspiração.
DESCANSO
das 13hs às 14 hs
A moleza que dá depois do almoço não se deve
unicamente á digestão,
mas também a uma queda de adrenalina que acelera o
ritmo cardíaco.
Para retomar a disposição, basta uma sesta de 20 minutos.
MOVIMENTO
das 15hs às 16hs
A forma física encontra o seu apogeu no meio da
tarde, ao mesmo
tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como
não há produção
de hormônios específicos nesse horário, os
cronobiologistas ainda não encontraram uma
explicação para o fato.
RUSH
das 18hs às 19hs
À partir das 18h, o organismo fica particularmente vulnerável à poluição
e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o
consumo de cigarros
e evitar se possível, os engarrafamentos. Também é
nesse horário que a atividade intelectual e o
estado de vigilância atingem um novo pico – hora
certa de mandar as crianças fazerem a lição de
casa, por exemplo.

PILEQUE
das 20hs às 21hs
Se esse horário costuma coincidir com o aperitivo
de antes do jantar
é bom saber que é também o momento em que as
enzimas do fígado
estão menos ativas, o que faz com que se fique
bêbado bem mais rápido.

SONO
à partir das 20hs
A melatonina (hormônio do sono) invade
progressivamente o corpo a partir das 18h. Mas é as
20hs que aparece o primeiro momento ideal para
dormir, sucedido por outros iguais a cada duas
horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma
excelente idéia: o prazer sexual desencadeia
a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o
adormecimento.
REGENERAÇÃO
das 21hs à 1hs
Esta fase do sono é muito importante porque
coincide com o pico da produção do hormônio do
crescimento, indispensável para a renovação das
células e a recuperação física. Esse hormônio
permite que os conhecimentos adquiridos na véspera
sejam armazenados no cérebro.

Fonte:
Yvan Touitou
Cronobiologista da Faculdade
de Medicina Pité-Salpêtrière

que sentimos sono após as refeições?

Também podemos sentir sono depois de comer muito. Isso porque a informação de saciedade que é levada ao cérebro nos faz perder o estado de alerta.

Um terceiro motivo é que o organismo passa por ritmos biológicos que variam durante o dia (Cronobiologia). No meio do dia (ou hora do almoço) temos um declínio desses ritmos (Ciclos Circadianos).

A dica para não ter tanta vontade de dormir é diminuir o consumo de alimentos que promovam elevada concentração de glicose no sangue (como doces, geléias e mel) e dar preferência a alimentos de baixo índice glicêmico (pães integrais, arroz, feijão e lentilha). Horários do Corpo Humano

DESPERTAR
das 7hs às 8hs
Quem gosta de acordar tarde já começa o dia em desvantagem.
À partir das 6h, o corpo produz um hormônio que faz
acordar, o cortisol.
Entre 7h e 8h, a taxa de cortisol no corpo atinge a
concentração máxima.
Essa faixa de horário é ideal para acordar com
facilidade e com o pé direito. ATENÇÃO: Voltar a dormir é um erro; por volta das 9h o corpo
começa a produzir endorfinas (analgésicos naturais)
que encorajam um sono pesado do qual será difícil
sair sem dor de cabeça ou mau-humor.
PRAZER
das 9hs às 10hs
A hora certa para as folias amorosas, já que a
taxa de serotonina
(neuro-transmissor ligado ao prazer) está em seu
apogeu. O prazer experimentado só será aumentado.
Por outro lado, também é a hora
de marcar uma consulta ao dentista: as endorfinas,
que também estão
em alta nesse horário, funcionam como anestésicos
naturais.
TRABALHO
das 10hs às 12hs
O estado de vigilância atinge o seu pico e a
memória de curto prazo
(que guarda coisas como um número de telefone que
olha na lista, é
retido por alguns segundos e esquecido na
seqüência) está mais ativa.
Depois que as endorfinas presentes entre 9hs e 10hs
desaparecem, o organismo atinge a sua velocidade
ideal. É o momento certo para refletir, discutir
idéias e encontrar inspiração.
DESCANSO
das 13hs às 14 hs
A moleza que dá depois do almoço não se deve
unicamente á digestão,
mas também a uma queda de adrenalina que acelera o
ritmo cardíaco.
Para retomar a disposição, basta uma sesta de 20 minutos.
MOVIMENTO
das 15hs às 16hs
A forma física encontra o seu apogeu no meio da
tarde, ao mesmo
tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como
não há produção
de hormônios específicos nesse horário, os
cronobiologistas ainda não encontraram uma
explicação para o fato.
RUSH
das 18hs às 19hs
À partir das 18h, o organismo fica particularmente vulnerável à poluição
e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o
consumo de cigarros
e evitar se possível, os engarrafamentos. Também é
nesse horário que a atividade intelectual e o
estado de vigilância atingem um novo pico – hora
certa de mandar as crianças fazerem a lição de
casa, por exemplo.

PILEQUE
das 20hs às 21hs
Se esse horário costuma coincidir com o aperitivo
de antes do jantar
é bom saber que é também o momento em que as
enzimas do fígado
estão menos ativas, o que faz com que se fique
bêbado bem mais rápido.

SONO
à partir das 20hs
A melatonina (hormônio do sono) invade
progressivamente o corpo a partir das 18h. Mas é as
20hs que aparece o primeiro momento ideal para
dormir, sucedido por outros iguais a cada duas
horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma
excelente idéia: o prazer sexual desencadeia
a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o
adormecimento.
REGENERAÇÃO
das 21hs à 1hs
Esta fase do sono é muito importante porque
coincide com o pico da produção do hormônio do
crescimento, indispensável para a renovação das
células e a recuperação física. Esse hormônio
permite que os conhecimentos adquiridos na véspera
sejam armazenados no cérebro.

Fonte:
Yvan Touitou
Cronobiologista da Faculdade
de Medicina Pité-Salpêtrière

que sentimos sono após as refeições?

Também podemos sentir sono depois de comer muito. Isso porque a informação de saciedade que é levada ao cérebro nos faz perder o estado de alerta.

Um terceiro motivo é que o organismo passa por ritmos biológicos que variam durante o dia (Cronobiologia). No meio do dia (ou hora do almoço) temos um declínio desses ritmos (Ciclos Circadianos).

A dica para não ter tanta vontade de dormir é diminuir o consumo de alimentos que promovam elevada concentração de glicose no sangue (como doces, geléias e mel) e dar preferência a alimentos de baixo índice glicêmico (pães integrais, arroz, feijão e lentilha). Horários do Corpo Humano

DESPERTAR
das 7hs às  8hs
Quem gosta de acordar tarde já começa o dia em desvantagem.
À partir das 6h, o corpo produz um hormônio que faz
acordar, o cortisol.
Entre 7h e 8h, a taxa de cortisol no corpo atinge a
concentração máxima.
Essa faixa de horário é ideal para acordar com
facilidade e com o pé direito. ATENÇÃO: Voltar a dormir é um erro; por volta das 9h o corpo
começa a produzir endorfinas (analgésicos naturais)
que encorajam um sono pesado do qual será difícil
sair sem dor de cabeça ou mau-humor.

PRAZER
das 9hs às 10hs
A  hora certa para as folias amorosas, já que a
taxa de serotonina
(neuro-transmissor ligado ao prazer) está em seu
apogeu. O prazer experimentado só será aumentado.
Por outro lado, também é a hora
de marcar uma consulta ao dentista: as endorfinas,
que também estão
em alta nesse horário, funcionam como anestésicos
naturais.

TRABALHO
das 10hs às 12hs
O estado de vigilância atinge o seu pico e a
memória de curto prazo
(que guarda coisas como um número de telefone que
olha na lista, é
retido por alguns segundos e esquecido na
seqüência) está mais ativa.
Depois que as endorfinas presentes entre 9hs e 10hs
desaparecem, o organismo atinge a sua velocidade
ideal. É o momento certo para refletir, discutir
idéias e encontrar inspiração.

DESCANSO
das 13hs às 14 hs
A moleza que dá depois do almoço não se deve
unicamente á digestão,
mas também a uma queda de adrenalina que acelera o
ritmo cardíaco.
Para retomar a disposição, basta uma sesta de 20 minutos.
MOVIMENTO
das 15hs às 16hs
A forma física encontra o seu apogeu no meio da
tarde, ao mesmo
tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como
não há produção
de hormônios específicos nesse horário, os
cronobiologistas ainda não encontraram uma
explicação para o fato.

RUSH
das 18hs às 19hs
À partir das 18h, o organismo fica particularmente vulnerável à poluição
e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o
consumo de cigarros
e evitar se possível, os engarrafamentos. Também é
nesse horário que a atividade intelectual e o
estado de vigilância atingem um novo pico – hora
certa de mandar as crianças fazerem a lição de
casa, por exemplo.

PILEQUE
das 20hs às 21hs
Se esse horário costuma coincidir com o aperitivo
de antes do jantar
é bom saber que é também o momento em que as
enzimas do fígado
estão menos ativas, o que faz com que se fique
bêbado bem mais rápido.

SONO
à partir das 20hs
A melatonina (hormônio do sono) invade
progressivamente o corpo a partir das 18h. Mas é as
20hs que aparece o primeiro momento ideal para
dormir, sucedido por outros iguais a cada duas
horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma
excelente idéia: o prazer sexual desencadeia
a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o
adormecimento.

REGENERAÇÃO
das 21hs à 1hs
Esta fase do sono é muito importante porque
coincide com o pico da produção do hormônio do
crescimento, indispensável para a renovação das
células e a recuperação física. Esse hormônio
permite que os conhecimentos adquiridos na véspera
sejam armazenados no cérebro.

Fonte:
Yvan Touitou
Cronobiologista da Faculdade
de Medicina Pité-Salpêtrière