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[NEUROBUSINESS] Competição “Rainha Vermelha”- você sabe o que é isso?

Competição “rainha vermelha” – sabe o que é?
por Clemente Nóbrega

O maior mérito do livro “Derrubando Mitos”, de Phil Rosenzweig (veja edição de março da Época Negócios) é demolir, sem dó nem piedade, a idéia mais cara aos “mercadores de ilusões” que dominam a literatura empresarial: “excelência empresarial”, entendida como vantagem competitiva sustentável, não existe. Nunca existiu, e está cada vez mais longe de existir. Qual o corolário disso? Simples. As várias safras de livros que apareceram, dos anos 80 para cá, com a pretensão de fornecer receitas para a “excelência”, são enganosas e levam à conclusões falsas. Rosenzweig desconstruiu o mantra da gurulândia – “faça assim, que você terá sucesso”- usando uma linguagem clara, sem tecnicismos estatísticos e dando nomes aos bois. Os bois se chamam: Tom Peters, Jim Collins, e mais uns três ou quatro “encantadores de serpente” do circuito dos palestrantes de negócios. Leiam o livro. Para mim é a melhor coisa publicada em nossa área em muitos anos. Mas o que me deixa pasmo é o seguinte: as conclusões do livro não são novidade. Pesquisadores dignos desse nome já vinham mostrando isso (os “bois”, acima, não são nada rigorosos, são só pretensiosos). Dois deles – Robert Wiggins e Tim Ruefli, da Universidade do Texas (corra ao Google!) – concluíram que vantagem competitiva é raríssima e, quando acontece, dura pouco. É da natureza da competição capitalista, leitor. Gente como Joseph Schumpeter – sobre quem já escrevi nesta revista – já tinha cantado essa pedra há décadas.Vantagem duradoura não pode existir num regime em que a competição é que gera a riqueza. É precisamente como na evolução biológica: as espécies coexistem interconectadas numa “corrida armamentista evolucionária” que não acaba nunca. Se um predador fica mais veloz, a presa desenvolve melhor camuflagem; aí o predador fica mais sensível ao odor da presa, e ela, então, “aprende” a saltar mais longe etc. Isso dura indefinidamente, não há descanso. Os biólogos, inspirados por Lewis Carrol, autor de “Alice no país das maravilhas”, chamam isso de competição “rainha vermelha” – um personagem de Carrol que diz: “aqui, você tem que correr o máximo que puder, para conseguir ficar no mesmo lugar”. Foi esse, exatamente, o efeito que o Wal Mart introduziu no varejo. Seus competidores não agüentaram o ritmo da corrida que ele impôs e vários “pediram para sair” (KMart, por exemplo, uma ótima empresa aliás). No sistema capitalista, a inovação (dinheiro novo) não vem de empresas que ficam na “crista da onda” por muito tempo, vem das que introduzem novos modelos e práticas de negócios, ameaçando a posição dos estabelecidos, obrigando-os a correr atrás, e puxando a média para cima. Eu chutaria que, nos setores mais competitivos, não há sucesso que fique “na crista da onda” por mais de 15 anos em média, e a tendência é essa janela diminuir. Vamos encarar o fato: empresas não inovam sustentavelmente, é o mercado que inova. E eu que, um dia, acreditei no conto da vantagem competitiva sustentável… Quero meu dinheiro de volta!

* Artigo publicado na Revista Época Negócios – Nº 14 – Abril 2008 – Coluna INOVAÇÃO.

[NEUROECONOMIA] Sua mente e a nova economia

Fonte: TAI Consultoria em Talentos Humanos e Qualidade – Sua mente e a nova economia

[NEUROAPRENDIZAGEM] O cérebro automático

Neste documentário excelente da NatGeo vamos ver que nosso cérebro tem uma forma automatizada de interagir e se comunicar com a realidade. Como se fosse um piloto automático responsável por 90% de suas funções diárias.

NO-VEN-TA-POR-CEN-TO???????

É!

90% !!!!!

Lembram da teoria do Iceberg?

Uma partezinha bem pequenininha acima da linha do horizonte e fora do mar e um mundão de gelo pra baixo?

Pois é. É assim que é o cérebro.

Até aqui, nenhuma novidade.

Freud e Jung já diziam isso há mais de um século!

Algumas dezenas ou centenas de teorias se basearam nisso e conseguiram nos ajudar a melhorar nossas vidas, aliás.

Bom, agora a Ciência tá provando tudo isso!

Olé! 😉

https://www.youtube.com/watch?v=g29WFV-wpeM&feature=youtu.be

[NEUROAPRENDIZAGEM] HANGOUT Como usar as descobertas da Neurociência para acelerar aprendizagens na mudança de comportamentos

Um bate-papo sobre os propósitos do curso de Neurociências aplicadas ao comportamento humano

Tópicos

. Como o cérebro aprende

. Alguns princípios fundamentais

. Um cérebro, 3 encéfalos: para que?

. Dicas & Truques da neurociência para você acelelrar seus processos de aprendizagens e os de outras pessoas

O curso completo já está em sua 27ª turma que inicia neste domingo, 29 de março de 2015 às 10h00 em SP.

Para mais informações, faça contato conosco. Temos apenas UMA vaga, das 10 disponibilizadas, por se tratar de um curso de formação 100% personalizado de acordo com as necessidades dos participantes.

contato@taiconsultoria.com.br

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https://www.youtube.com/watch?v=fPERlbwdmOY&feature=youtu.be&aHANGOUT

La neurociencia demuestra que el elemento esencial en la aprendizaje é la emoción

felicidad

 Sin emociones no puede haber atención, ni aprendizaje ni memoria.

El investigador en neurociencia Francisco Mora asegura que el elemento esencial en el proceso de aprendizaje es la emoción porque sólo se puede aprender aquello que se ama, aquello que le dice algo nuevo a la persona, que significa algo, que sobresale del entorno en Neuroeducación, el libro que acaba de publicar en Alianza Editorial. “Sin emoción –dice– no hay curiosidad, no hay atención, no hay aprendizaje, no hay memoria”.

Francisco Mora (Granada, 1945), doctor en Neurociencia por la Universidad de Oxford y catedrático de Fisiología de la Universidad Complutense, ha publicado Neuroeducación (Alianza), un volumen con el que pretende desarrollar “las preguntas centrales que son de interés y preocupación en el mundo de la enseñanza a cualquier nivel y ayudar a desentrañar las claves de cómo contestarlas a la luz de los conocimientos mas recientes de la neurociencia cognitiva”.

La alegría como base del aprendizaje

El científico señala que “los niños hoy aprenden, desde muy pronto, conceptos abstractos en habitaciones con ventanales sin mucha luz o luz artificial, con el rigor y la seriedad de maestros que se aleja de aquel “juego” primitivo que generaba aprender y memorizar de lo sensorial directo, “con alegría”, base de la atención y el despertar de la curiosidad”.

Entender esto hoy en su raíz y desde la perspectiva de cómo funciona el cerebro y sacar ventaja de ello –afirma– “es un primer principio básico de la enseñanza con el que se puede llegar a aprender y memorizar mejor. estos principios se pueden extender en su aplicación no solo a la enseñanza básica o durante la adolescencia sino a los más altos estudios universitarios o a estudios aplicados sea la empresa o la investigación científica”.

Asimismo añade que “la neurociencia cognitiva ya nos indica, a través del estudio de la actividad de las diferentes áreas del cerebro y sus funciones que solo puede ser verdaderamente aprendido aquello que te dice algo. aquello que  llama la atención y genera emoción. aquello que es diferente y sobresale de la monotonía”.

“La atención, ventana del conocimiento, despierta cuando hay algo nuevo en el entorno. Ese ‘algo nuevo’ apela, como hace millones de años, a la supervivencia como último significado” –añade–. “La atención nace de algo que puede significar recompensa (placer) o castigo (peligro) y que por tanto tiene que ver con nuestra propia vida”. “Pero con el devenir evolutivo y la propia civilización –advierte Mora–, aprender y memorizar son mecanismos que los hemos llevado a unos niveles tan abstractos y de tan alto calado social que escapan y se han venido alejando de las raíces inviolables, genéticas y evolutivas, de aquella alegría que en su origen significó verdaderamente aprender y memorizar”.

Conocer cómo funciona el cerebro revitalizaría la enseñanza

A su juicio, revitalizar hoy la enseñanza y el aprendizaje en este nuevo contexto de una cultura avanzada, “requiere un conocimiento de cómo funciona el cerebro en esos procesos y llevarlo a los maestros y los profesores para que estos finalmente lo apliquen en las aulas”. Asegura que “de esto se han dado cuenta muy recientemente prestigiosos pensadores e instituciones como el recién creado Centro de Neurociencia para la Educación de la Universidad de Cambridge o la International Mind-Brain and Education Society a través de su revista Mind, Brain and Education“. No obstante asegura que “es bien cierto que, hasta ahora, el conocimiento extraído de las neurociencias no ha sido fácil mostrarlo a los maestros y ellos transferirlo como método a la enseñanza de los niños o los estudiantes de instituto”.

Reconoce que “existen problemas en la relación neurocientífico-maestro (y mas allá profesores universitarios) sobre todo en el lenguaje utilizado por los primeros para dirigirse a los segundos en la transferencia de estos conocimientos. y en los segundos, los maestros, para captar, con certeza y seguridad esos conocimientos a la hora de emplearlos con los alumnos”.

“Desde esta perspectiva como base –subraya– se pretende construir este libro que propongo con el título de Neuroeducación y que tendría un formato similar al libro ¿Se puede retrasar el envejecimiento del cerebro?

Mora, utilizando un lenguaje sencillo, conciso y asequible pretende “desarrollar las contestaciones a las preguntas básicas y los componentes esenciales del problema que representa el advenimiento de la neurociencia para la educación y enumerar y describir brevemente las soluciones y ventajas de estas nuevas concepciones”.

Ver Entrevista en el diario “El Mundo”.